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10 terríveis métodos de execução que a humanidade já praticou

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A morte é algo inescapável a todos os seres vivos. Muitos de nós, seres humanos, esperamos morrer de forma natural.

Mas com a violência parecendo estar cada vez maior, o medo de ser executado por um bandido em um assalto, por exemplo, é constante.

Esse tipo de morte poderia ser classificado com terrível hoje em dia, mas você sabia que historicamente pessoas foram mortas de formas muito piores?

A lista a seguir conta com 10 tipos de morte das mais terríveis que a humanidade já praticou.

Confira:

10. Fervido:

Terríveis métodos de execução que a humanidade já praticou

A morte é algo inescapável a todos os seres vivos e pode ocorrer de maneira cruel. Lista conta com 10 terríveis métodos de execução que a humanidade já praticou. Foto: MegaCurioso

É um tipo de morte que ocorre de maneira agonizante e lenta. Historicamente pessoas foram fervidas em água, cera, óleo e em vinho e chumbo derretido. Acredita-se que em 2002 o governo do Uzbequistão torturou suspeitos de terrorismo desta forma.

9. “Águia de Sangue”:

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Os antigos guerreiros nórdicos cortavam as costas da vítima a fim de exporem a coluna vertebral dela e retiravam as costelas do corpo. Os pulmões eram retirados do corpo e o local que ocupavam era revestido com sal.

8. Empalado:

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Tradicionalmente, uma lança afiada era afixada ao chão e a vítima era colocada sobre o objeto pelo ânus ou pela vagina. A morte era lenta e acontecia à medida que o peso do corpo o empurrava contra a lança. A vítima poderia levar até 8 dias para morrer, de acordo com relatos.

7. “Keelhauling”:

Foto: MegaCurioso

Foto: MegaCurioso

Uma pessoa punida era pendurada em um navio, ficava suspensa por uma corda e era puxada ao longo do comprimento do casco. Em veleiros de madeira o casco possuía espessas camadas de cracas – cujas conchas poderiam ser semelhantes a pedras rígidas, e eram afiadas. A vítima, então, se afogava, tinha a pele arrancada e ainda sofria dores pelo fato de a água salgada ter contato com seus ferimentos.

6. Vela romana:

Foto: MegaCurioso

Foto: MegaCurioso

A vítima era amarrada a uma estaca em que era colocado material inflamável. A pessoa era queimada lentamente até a morte. O imperador Nero praticava este tipo de crueldade e as pessoas vitimadas por esta prática eram alinhadas a fim de que a iluminação gerada pelas chamas levasse luz às festas do imperador.


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5. Enforcamento e esquartejamento:

Foto: MegaCurioso

Foto: MegaCurioso

As pessoas acusadas de traição eram legalmente punidas assim na Inglaterra no século XIII. A vítima era amarrada em um painel de madeira e este era puxado por um cavalo, fazendo com que ela sofresse um lento enforcamento que cortava a garganta aos poucos. Ainda agonizando, a pessoa punida tinha o estômago aberto e os intestinos e outros órgãos eram picados em pedaços pequenos. Após a morte, o corpo era cortado em partes e cada uma delas era levada a um local diferente do país para servir como aviso.

4. Tortura do rato:

Foto: MegaCurioso

Foto: MegaCurioso

Um balde que continha ratos vivos era colocado sobre o torso da vítima e algo que emanasse calor era posto na extremidade do objeto. Com isso, os roedores faziam um caminho através do abdômen da pessoa vitimada a fim de escaparem do calor.

3. Tortura do bambu:

Foto: MegaCurioso

Foto: MegaCurioso

A vítima era amarrada a um quadro sobre um pedaço de broto de bambu. As pontas afiadas da planta perfuravam a pele à medida que crescia (o que se faz rapidamente). Era como se a vítima tivesse sido morta em uma cama de estacas afiadas.

2. Esfolado:

Foto: MegaCurioso

Foto: MegaCurioso

Consiste na retirada da pele de maneira lenta e na manutenção da vítima pelo maior tempo possível. A morte aconteceria dada a perda de sangue ou devido a infecções nos ferimentos.

1. Escafismo:

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A vítima era amarrada a um barco ou tronco, e alimentada somente com leite e mel até que desenvolvesse uma grave diarreia. Depois disso o corpo era lambuzado com mel. O alimento e as fezes atraíam milhares de insetos – que cavavam seu nariz (entrando na boca), ouvidos e olhos. Enquanto isso, vermes e parasitas que já habitavam o barco devido a sujeira se contorciam nas entranhas da pessoa. Segundo o historiador grego Plutarco, a vítima poderia levar até 17 dias até sucumbir. A morte acontecia devido a uma combinação de infecções.

Fonte: MegaCurioso

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