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5 tradições antigas de casamento que vão te deixar boquiaberto

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Você deseja que seu casamento chegue logo? De antemão já lhe aviso que você é sortudo de viver nos tempos atuais. Mas sabe por quê?

Já existiram tradições casamenteiras em que o noivo deveria apanhar ou mesmo poderia rejeitar a noiva se não gostasse do corpo dela, por exemplo.

Abaixo se encontra uma lista com 5 tradições de casamento, no mínimo diferentes das atuais.

Tradições antigas de casamento que vão te deixar boquiaberto

Existiram tradições de casamento em que o noivo deveria apanhar ou mesmo poderia rejeitar a noiva se não gostasse do corpo. Lista traz 5 tradições antigas.

Confira:

1 – Noivo e noiva passavam a noite do casamento em um determinado local. No dia seguinte, todas as pessoas do vilarejo se reuniam ao redor e o homem saía com um copo nas mãos. Ele, então, poderia chamar sogro para tomar vinho e comentar sobre o casamento ou derrubar o vinho. Esta última atitude significava o fim do casamento porque ele não havia agradado da esposa na cama.

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2 – No passado, um ritual chamado “dança tocante” era realizado no Canadá, onde hoje fica a Colúmbia Britânica. O ritual consistia em uma festa em que as mulheres solteiras dançavam usando uma faixa. Caso um homem tivesse interesse em casar-se com ela, ele seguraria a faixa até o fim da dança, quando estariam casados. A mulher poderia negar o pedido, tirando a faixa da mão do pretendente.

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3 – No nordeste da Rússia, quando um homem se interessava em casa-se com uma mulher, ele trabalhava como uma espécie de escravo para os pais da noiva. Caso eles ficassem satisfeitos, o homem recebia permissão para se casar com a pretendida. A concessão era dada quando o rapaz encontrasse a noiva, vestida por mulheres da redondeza com várias roupas, e a despisse totalmente. Detalhe: as mulheres o agrediam para dificultar a tarefa. Quando cumpria o trabalho ele era chamado pela noiva para descansar em sua cama.


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4 – Outra tradição da Rússia, no século XIX, era a seguinte: as amigas do noivo despiam a noiva, avaliavam seu corpo e passavam as informações ao homem. Caso ele aprovasse, eles se casavam e suas amigas rezavam para que a mulher tivesse o maior número de filhos possível.

Após a cerimônia religiosa, o casal recebia os convidados em uma farta festa, mas não podiam comer. Bizarramente, para animar os convidados, um coral composto por crianças cantava músicas obscenas.

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Além disso, o noivo carregava um pequeno chicote preso a um dos pés de suas botas. A noiva deveria, em seguida, retirar o calçado do marido e se escolhesse o pé em que o chicote não estava significaria uma vida feliz.

Caso escolhesse o outro pé, ela era golpeada e o marido poderia chicoteá-la quando quisesse. Após isso, o casal ficava sozinho em um quarto por duas horas para concretizarem o casamento. Um grupo de senhoras, que os esperava do lado de fora do quarto, aguardava para que a noiva as mostrasse a “marca de sua virgindade”. Sequencialmente, as senhoras faziam uma trança nos cabelos da noiva e falavam com o pai dela. Ele, então, entregava um dote – uma quantia em dinheiro – ao noivo e o casal vivia junto para sempre.

5 – Na atual Bielorrússia, outra tradição bizarra era a de que o padrinho do noivo chicoteava-o quando este e a amada estivessem despidos e debaixo de lençóis na noite de núpcias.

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Durante o chicoteamento, o padrinho gritava para o casal se olhar, beijar-se e se abraçar. Isso acontecia no quarto onde o casal passaria a noite de núpcias, e o chicote era o mesmo usado em cerimônias fúnebres.

Fonte: MegaCurioso

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