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6 experimentos científicos que foram muito cruéis com os humanos

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A ciência trouxe muitos benefícios para a vida humana, como desenvolvimento de vacinas e tratamento, além da cura para diversas doenças. Mas nem sempre isso ocorreu sem a dor dos chamados cobaias.

Se recorrermos à história, podemos conhecer casos em que a ciência foi usada de maneira cruel, como para os alemães e suas terríveis experiências com os judeus.

Abaixo se encontra uma lista com 6 casos de uso cruel da ciência em humanos.

Experimentos científicos que foram muito cruéis com os humanos

Ciência muitas vezes trouxe benefícios para a vida humana, mas nem sempre sem dor às cobaias. Lista traz 6 experimentos científicos realizados com humanos.

Confira:

1 - Na década de 1940 a Guatemala e os EUA contaminavam prisioneiros e pacientes intencionalmente com doenças mentais para realizarem estudos. A maioria das pessoas era forçada a ter relações íntimas com outras contaminadas, ou tinha parte da pele cortada por onde as bactérias eram inseridas. Eles eram tratados com penicilina.

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2 - “Estudo monstro”, como ficou conhecida a experiência realizada na Universidade de Lowa, EUA, onde se tentou provar que a gagueira era um comportamento apreendido, usou de crianças órfãs as fazendo acreditar que eram gagas. A instituição foi processada em mais de 1 milhões de reais.

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3 - Experimentos nazistas como testes de congelamentos, aquecimentos, fome, pressão e várias outros aos quais principalmente judeus foram submetidos no passado, chocaram o mundo.

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4 – Entre as décadas de 1930 e 1940, médicos e cientistas japoneses realizaram estudos chocantes, principalmente em chineses. Alguns deles foram: dessecamento em pessoas vivas, uso de gases venenosos em testes, transmissão de cólera, entre outros. Estima-se que o número de mortes chegou a 200.000.

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5 – Um estudo ocorrido no Alabama, EUA, entre 1932 e 1972, e realizado pelo serviço de saúde pública do país, realizou uma pesquisa que envolveu cerca de 600 homens negros. Aproximadamente 2/3 deles foram infectados com sífilis e os outros não. O objetivo do projeto, nunca encontrado por escrito, era o de observar o andamento da doença, sem a intervenção de qualquer forma de tratamento.

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6 – Um médico chamado J. Marion Sims, considerado por muitos como o “pai da ginecologia moderna”, usava de escravas para testar sua experiência cirúrgica. Ele utiliza-se de procedimentos dolosos sem o uso de anestesia.

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Fonte: CuriosidadeCientifica

 

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