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7 profissões sacrificantes que já não existem mais

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Você acha seu trabalho sacrificante, desmerecedor ou mesmo bizarro? Talvez isso aconteça porque você provavelmente não conhece as profissões que verá abaixo.

São empregos de outros tempos que hoje já não existem mais, e que eram, muitas vezes, desgastantes ou mesmo sacrificantes.

Abaixo se encontra uma lista com 7 deles.

Você vai se surpreender e agradecer pelo seu.

Confira:

1 – A fim de captar urina de égua prenhas para extrair um hormônio chamado estrogênio para ser analisado por pesquisadores canadenses na década de 1930, fazendeiros recrutavam pessoas do sexo masculino para tal função, desempenhada com ajuda de um balde. O trabalhador necessitava recolher urina durante todo o dia para pagar uma refeição.

Profissões sacrificantes que já não existem mais

Você acha seu trabalho sacrificante? Lista traz 7 profissões bizarras que vai fazê-lo mudar de ideia. Empregos já não existem mais.

2 – Uma função desempenhada no início dos anos de 1900 era a de vigia de túnel. Ela se dava devido à necessidade de que os caminhos por onde os trens passavam fossem inspecionados.

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O trabalhador ia de uma entrada do túnel a outra, várias vezes por dia e, dependendo da localidade, a função variava.

Em algumas existiam dois trabalhadores, que ficavam um de cada lado do túnel, e que também limpavam os trilhos para evitar que algum material atrapalhasse a passagem do veículo.

3 – O Canal do Panamá, construído a partir de 1902, contava com o trabalho de vários operários, que eram responsáveis pela escavação do local e que eram submetidos a grandes jornadas de trabalho sem pausa, e ainda corriam riso de contrair doenças como malária e febre amarela.

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Cerca de 25.000 pessoas morreram durante a construção.


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4 – Em um pátio ferroviário e sem equipamentos para sua segurança, trabalhadores eram responsáveis por limpar o motor dos trens e carrega-lo com carvão.

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Um “detalhe” era que o motor se encontrava extremamente quente, o que fazia com que os relatos de mortes fossem comuns.

5 – Contratados para trabalharem em minas de carvão, jovens de 8 a 12 anos de idade trabalhavam até 14 horas diariamente na separação do carvão e do xisto entre si.

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Além de serem expostos a uma “poeira preta”, era comum que muitos deles se cortassem ou quebrassem ossos durante as jornadas.

6 – No início do século XX, mulheres pobres, em sua maioria, conseguiam trabalhos desgastantes como, por exemplo, de encadernar livros à mão. Após o surgimento de máquinas que visavam facilitar o processo, o número de acidentes de trabalho cresceu.

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7 – Os faróis de antigamente funcionavam através de lamparinas. Entravam em cena os fiscais de faróis, que eram responsáveis por viajar para que as luzes não se apagassem, bem como colocar as lamparinas, limpá-las e, quando havia tempestades, também eram encarregados de checar se haviam naufrágios por perto.

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Por isso, a família do trabalhador acabava se mudando com eles para o local, onde ficavam praticamente ilhados. Não havia folga.

Fonte: MegaCurioso

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