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Gêmeos usam máscaras de oxigênio feitas de garrafa PET em hospital no Amazonas

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Dois recém-nascidos gêmeos usaram máscaras de oxigênio feitas de garrafa PET no Amazonas, e um deles morreu.

Os gêmeos nascidos prematuramente na madrugada de quinta-feira (dia 28 de janeiro de 2016) são filhos de Francisca Neres de Pinho, uma dona de casa de 20 anos de idade. Eles podem ser vistos na imagem em uma espécie de incubadora improvisada feita com uma mesma garrafa PET.

O caso ocorreu na Unidade Hospitalar de Jutaí e testemunhas relataram que no local não existiam equipamentos apropriados, tão pouco Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Infelizmente, por falta de condições de suporte, a menina morreu horas depois de chegar ao mundo. Segundo Rayssa Neres de Pinho, de 19 anos, tia das crianças, sua irmã informou que “não tem nada lá [Unidade Hospitalar], por isso improvisaram um capacete de oxigênio com garrafa PET”.

A jovem disse na sexta-feira, 29 de janeiro, que a situação da família era desesperadora, uma vez que eles não teriam condições de levar o sobrevivente para a capital do estado, Manaus, há cerca de 750 quilômetros de onde estava internado.

Gêmeos usam máscaras de oxigênio feitas de garrafa PET

Gêmeos recém-nascidos, filhos de Francisca Neres de Pinho, usaram máscaras de oxigênio feitas de garrafa PET em hospital de Jutaí, Amazonas. Foto: A Critica

Eles gostariam de transportar a criança para salvarem sua vida, porque um médico informou a Rayssa que seu sobrinho poderia não sobreviver.


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Foto: A Critica

Foto: A Critica

No sábado, dia 30, Francisca e seu filho receberam alta. A tia informou que ele reagiu bem aos tratamentos e com isso os médicos o deixaram sair do hospital.

Foto: A Critica

Foto: A Critica

Em um informe por meio de uma nota, a Secretaria Estadual de Saúde (Susam) disse que não foi acionada pelo hospital de Jutaí sobre a gravidade da situação e também que o serviço de remoção aérea não foi solicitado. A secretaria informou, ainda, que enviará uma equipe ao município para investigar o caso e adotar as medidas cabíveis.

Foto: A Critica

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O órgão escreveu que segundo a direção do hospital o casal de gêmeos nasceu prematuro de 7 meses e que a menina tinha um quadro pulmonar mais debilitado. Além disso, informaram que a falta de máscaras de venturi não teria contribuído para o óbito do bebê.

Fonte: Acritica

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