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Médico esconde que paciente tinha câncer terminal para que pudesse continuar cobrando por tratamento

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Um médico escondeu de uma paciente que ela possuía câncer cervical terminal para que ele pudesse continuar cobrando por um tratamento “não convencional”.

Dr. Mark Bonar, de 38 anos de idade, que atendia na clínica Omniya, no centro de Londres, Inglaterra, deu à mulher falsas esperanças quando deveria ter recomendando cuidados adequados de fim de vida.

A paciente não poderia ser operada e o profissional ofereceu a ela, uma americana de 46 anos, um tratamento intravenoso potencialmente perigoso.

Médico esconde que paciente tinha câncer terminal para que pudesse continuar cobrando por tratamento

Médico Mark Bonar escondeu de uma paciente que ela possuía câncer terminal para que pudesse continuar cobrando por um tratamento. Caso aconteceu na Inglaterra.

O médico ainda teria dito à doente que ela não poderia receber tratamento do NHS, sistema nacional de saúde, porque não era cidadã britânica, e que o contato com os serviços públicos de saúde demorariam muito.

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Alguns enfermeiros encarregados de ajudar a mulher perceberam que sua situação era crítica e a levaram para receber o tratamento gratuito. Infelizmente a mulher morreu dois meses depois.

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Ela havia ido para Londres em outubro de 2012 para ficar perto de sua irmã, e foi hospitalizada no Athenaeum Serviced Apartments, onde a diária custa cerca de R$ 2.600, em valores atuais.

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Em maio de 2013 a mulher foi internada no hospital Wellington para um procedimento médico depois que o câncer começou a obstruir seu intestino.

Durante o tratamento, exames indicaram que a doença havia se espelhado e o que poderia ser feito era fornecer cuidados paliativos para certificar que a morte fosse o mais confortável possível.

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Quando a paciente foi ao Dr. Bonar, nem ele nem o companheiro de trabalho, Dr. Siegfried Trefzer, de 58 anos, contaram-lhe sobre os resultados, e continuaram a tratar a mulher, que esperava por uma cura.

O médico ofereceu à paciente “nutrição parenteral total” (TPN), uma forma de alimentação intravenosa que pode causar risco de infecção. A mulher não foi informada de tais riscos ou do fato de que o tratamento não surtiria efeito algum.

Ela foi encaminhada aos cuidados do sistema público de saúde em janeiro de 2014, depois que duas enfermeiras se mostraram preocupadas com seu quadro.

Os doutores Bonar e Trefzer, que oferecem “métodos convencionais ou alternativos” de tratamento na Clínica Médica Hightree, em Uckfield, East Sussex, são acusados de não monitorar adequadamente a condição da paciente.

Dr. Bonar nega 16 alegações de má conduta e Dr. Trefzer 13. O julgamento está em andamento.

Fonte: Mirror

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