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Mulher com dois úteros e duas vaginas supera condição rara e dá à luz bebê saudável após 14 anos de tentativas

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Uma mulher que nasceu com dois úteros e duas vaginas contou sobre sua alegria em finalmente dar à luz um bebê de forma “milagrosa”.

Leona Doherty, de 35 anos, nasceu com uma condição rara que atinge apenas 3% das mulheres, podendo causar complicações na gravidez. Ela sofreu quatro abortos espontâneos devido à anomalia.

As chances de conseguir ter um bebê são reduzidas pela metade, porque cada um de seus ventres teve apenas uma trompa de falópio e um ovário.

Mas, depois de 14 anos tentando ter um filho com o marido Gary, de 41 anos, o casal finalmente conseguiu ganhar um bebê saudável.

Mulher com dois úteros e duas vaginas supera condição rara e dá à luz bebê saudável

Leona Doherty, de 35 anos, que nasceu com dois úteros e duas vaginas, superou condição rara e conseguir dar à luz bebê saudável após 14 anos de tentativas frustradas.

O filho, chamado Hugh, foi entregue por cesariana no dia 9 de dezembro, pesando aproximadamente 2,3 quilos.

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Seu nascimento veio depois de 12 meses de problemas graves de saúde, em que Doherty quase morreu e seu marido lutou contra a depressão. Ela teve um derrame e foi levada às pressas para o hospital com insuficiência hepática e renal.


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Doherty, de Derry, na Irlanda do Norte, disse que o nascimento do bebê a deixou com um sentimento incrível e inacreditável, depois de 14 anos tentando ter filhos.

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Os médicos fizeram a descoberta chocante que ela tinha dois úteros ao investigarem o motivo que fazia com que ela estivesse com dificuldades para engravidar.

Apenas uma em cada 5 milhões de mulheres são afetadas pelas condições.

Embora Doherty tenha duas vaginas, a relação íntima acontece normalmente, mas ela fica grávida em um útero somente.

O casal quis ter um filho desde quando se conheceu no trabalho em 2000. Mas depois de um ano de tentativas sem sucesso, resolveram procurar ajuda médica.

A dupla se casou em 2003, ainda na esperança de que um dia pudessem se tornar pais. Apesar de tentar procedimentos de fertilização in vitro, o casal sofreu o desgosto de três abortos espontâneos entre 2009 e 2011.

Após o último aborto, Doherty foi encaminhada para um especialista para ver se seria possível conectar seus dois úteros.

Em seu pior momento, Doherty passou um mês no hospital recuperando de uma hepatite isquêmica e insuficiência hepática aguda.

Aproximadamente 6 meses depois ela finalmente ficou grávida naturalmente, sem sofrer aborto.

Apesar de todo aperto e preocupações ao longo dos anos, a família agora pode comemorar o nascimento da criança saudável.

Fonte: Daily Mail

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