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Mulheres saem desesperadas de funeral após descobrirem que jovem faleceu com vírus da AIDS

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A busca por vítimas de Daniel Decu, de 25 anos, que morreu com o vírus da AIDS, tem sido ampliada na Itália, depois de ter sido revelado que ele passou um ano no país com seu estilo de vida considerado bajulador e “mulherengo.”

Oito mulheres jovens testaram o vírus HIV, depois de descobrirem, no funeral do rapaz, que ele estava vivendo com a doença.

A busca por vítimas do homem se intensificou na Itália, depois que sua mãe admitiu que ele havia passado um ano no país com o estilo de vida que o deixou mais doente após voltar para a Romênia.

Mulheres saem desesperadas de funeral após descobrirem que jovem faleceu com vírus da AIDS

Morte de jovem tem causado pânico em mulheres com as quais teve relação íntima depois de morrer com o vírus da AIDS sem ter avisado publicamente que possuía a doença.

O funeral de Daniel, que foi assistido por muitas de suas amantes, se transformou em um momento de gritos raivosos ao ser revelado que ele tinha Aids.

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Por incrível que pareça, também foi revelado que, quando um médico local na cidade de Segarcea, em Dolj County, sudeste da Roménia, tentou alertar as pessoas sobre a doença no rapaz, ele foi ameaçado com um processo pela mãe de Daniel.


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Cornel Stanciu, médico da família, sabia que Daniel era HIV positivo e tentou fazer sua condição de saúde se tornar pública quando o jovem, com 24 anos de idade, teve um relacionamento com sua filha.

Mas, quando a mãe, Elena Secu, de 45 anos, descobriu o que o médico queria fazer, ela ameaçou processá-lo, a menos que ele parasse.

O médico disse: “Eu sabia que ele tinha um monte de amigas, mas não havia nada que eu pudesse fazer sobre isso.”

A mãe, porém, disse que todas as mulheres que seu filho teve relações íntimas sabiam que ele estava doente com o vírus desde pequeno. “Tados sabiam, eu não sei porque elas estão dizendo essas coisas agora,” comentou.

Ela acrescentou: “Dani foi ao psicólogo para se preparar para viver com o vírus, e eu disse que ele tinha que usar a proteção desde os 12 anos. Meu menino tinha preservativos no bolso o tempo todo. Quero que este caso seja resolvido, para que ele descanse em paz em seu túmulo. Ele morreu por causa da tuberculose, e não de quaisquer complicações como resultado do sofrimento do vírus HIV.”

No entanto, os críticos da mãe, apontam que a tuberculose era muitas vezes uma consequência de ter o vírus.

No total, 40 mulheres são conhecidas por terem feito o teste da doença, embora muitas outras sejam suspeitas de ter feito o procedimento secretamente em outros municípios.

Embora seja impossível tomar qualquer ação contra o homem morto, sua mãe e sua família estão sendo investigadas, bem como outras pessoas que conheciam sobre a sua condição, e supostamente não disseram nada.

Fonte: Mirror

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