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Pessoas que publicam citações profundas no Facebook são menos inteligentes, revela estudo

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Um novo estudo descobriu que as pessoas que são mais receptivas a declarações inspiradas ou citações profundas no Facebook e no Twitter tendem a ter níveis mais baixos de inteligência.

Há uma justificativa para aqueles de nós que não consegue enxergar a sabedoria escondida dentro dessas coleções de palavras que se tornam populares por algum tempo, também conhecidas como “buzzwords” fora do Brasil.

De acordo com o estudo da Universidade de Waterloo, em Ontário, Canadá, essas pessoas são mais propensas a acreditarem no “paranormal”, têm crenças religiosas e são tomadas por teorias da conspiração.

Durante quatro experimentos envolvendo 845 voluntários, os pesquisadores pediram a eles para avaliarem uma série de citações e indicarem quão profundas pensavam que elas eram, ou se eles concordavam com elas.

Pessoas que publicam citações profundas no Facebook são menos inteligentes

Novo estudo da Universidade de Waterloo, Canadá, descobriu que pessoas que postam citações profundas no Facebook e Twitter tendem a ter níveis mais baixos de inteligência.

Em muitos dos testes, citações foram postadas no Twitter pelo autor e guru da “New Age”, Deepak Chopra. Ele é bem conhecido por frases como, por exemplo, “no meio do movimento e do caos, mantenha a calma dentro de você”.

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As citações foram misturadas com declarações que deliberadamente misturavam as “buzzwords” em frases sem sentido e declarações mundanas que também poderiam ser consideradas profundas como, por exemplo, “a maioria das pessoas gosta de algum tipo de música”.

Em um dos testes, os pesquisadores também pediram aos participantes para realizarem uma série de testes cognitivos. Em um deles perguntaram-lhes se concordaram com uma série de declarações sobre religião, sobre o paranormal e teorias de conspiração.

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Escrevendo na revista Judgment and Decision Making, Gordon Pennycook, psicólogo cognitivo que liderou a pesquisa, afirmou que as pessoas se se concentraram em afirmações aparentemente impressionantes que são apresentadas como verdadeiras e significativas, mas são vazias.

Segundo ele, aquelas mais receptivas às expressões são menos reflexivas, inferiores em habilidade cognitiva, mais propensas a confusões ontológicas e ideação conspiratória, mais propensa a manter crenças religiosas e paranormais e mais propensas para endossar a medicina complementar e alternativa.

Embora no estudo acadêmico apareçam palavrões, um deles mais de 200 vezes, os pesquisadores garantiram que ele é uma atividade séria.

Estas são algumas das declarações utilizados no estudo pelos pesquisadores estão: “Significado oculto transforma beleza abstrata sem paralelo”, “Um rio corta a rocha, não por causa de seu poder, mas sua persistência”, “Uma pessoa ansiosa é uma prisioneira de sua ansiedade” e “Uma pessoa molhada não teme a chuva”.

Fonte: DailyMail

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