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Xerife algema crianças deficientes por mal comportamento e imagem causa revolta na internet

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Duas mães ficaram chocadas após um xerife e funcionários de duas escolas algemarem seus filhos deficientes.

As duas mães são de Kentucky, EUA, e não foram identificadas. Elas processaram o xerife e um oficial de recursos de uma escola por algemarem seus respectivos filhos por mau comportamento.

Ambas as crianças, um menino de 8 anos de idade e uma menina de 9, que não foram identificados, possuem déficit de atenção e hiperatividade, e são alunas do ensino fundamental.

Xerife algema crianças deficientes por mal comportamento

Duas mães de Kentucky, EUA, processaram um xerife e funcionários de escolas porque seus filhos deficientes foram algemados por mau comportamento.

Kevin Sumner, oficial de recursos da escola, colocou as algemas em torno dos bíceps das crianças, já que elas não se encaixavam corretamente em seus antebraços.

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Um vídeo de um dos incidentes, que foi filmado por um funcionário da escola, mostra o menino chorando enquanto fica sentado em uma cadeira.

A mídia foi postada no YouTube pela “American Civil Liberties Union”, uma ONG norte-americana que está representando as mulheres e seus filhos.


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A ação federal diz que o menino foi removido da classe em agosto passado, porque não estava seguindo instruções de seu professor.

O garoto tentou bater em Kevin com o cotovelo, de acordo com um relatório do escritório do xerife, e foi, então, algemado.

A menina foi enviada para uma sala de isolamento em sua escola, também em agosto, após ter mau comportamento.

De acordo com o relatório do escritório do xerife, Kevin a algemou porque ela estava “tentando ferir funcionários da escola”.

A ação judicial afirma que a experiência causou “uma grave crise de saúde mental” e ela foi levada de ambulância para um hospital para uma avaliação psiquiátrica e tratamento.

A ação pede a proibição por parte da escola em repetir os atos e também uma compensação financeira pela dor e trauma emocional causados, além dos honorários advocatícios.

Ainda, de acordo com a ação, os funcionários em ambas as escolas estavam cientes das dificuldades de estudantes, que incluem impulsividade, dificuldade em prestar atenção, controlar as emoções e permanecer sentado.

Fonte: DailyMail

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