Gadoo - Notícias e Curiosidades

19 pais contando as histórias mais assustadoras que escutaram de seus filhos

Compartilhe:

Nossos filhos podem ter imaginação fértil e contar histórias bem esquisitas, mas abaixo você se surpreenderá com o que elas relataram a seus pais.

São histórias proferidas por filhos de pessoas que resolveram compartilhar na internet. Estas histórias foram contadas em momentos bem ingênuos, certamente não tendo nada a ver com fantasias na cabeça delas.

Os pais certamente devem ter se assustado quando seus filhos relataram as histórias que você vai ler abaixo.

Elas são tão surpreendentes que parecem realmente terem sido retiradas de filmes de terror.

Confira abaixo as histórias que os pais escutaram de seus filhos e os deixaram em choque:

  • Quando minha filha tinha 3 anos, acordou de madrugada, sentou-se e me cutucou. Eu acordei. Ela apontou para o canto da parede e me perguntou: “Quem é esse?” Eu gelei e perdi a voz. Fiquei tentando chamar meu marido, mas minha voz não saía. Até que consegui. Ele acordou, veio até o quarto, acendeu a luz e não vimos nada. Minha filha continuava sorrindo, apontando para o canto e fazendo a mesma pergunta: “Quem é esse?” ©️Lina Braga/ Facebook
  • Eu era adolescente, estava em casa sozinha aguardando minha mãe chegar do trabalho. Escutei um barulho no portão, então corri para o quarto e me deitei na cama para fingir que estava dormindo. Ouvi a porta se abrindo e o som da caminhada forte, passando pela cozinha, sala, até chegar ao meu quarto. Fechei os olhos e esperei minha mãe me chamar, mas não aconteceu nada. Depois de um tempo me levantei, andei pela casa toda e descobri que estava sozinha. Na mesma hora corri para rua. ©️Adriana JG / Facebook

Mais histórias que os filhos contaram

  • Quando eu tinha 6 anos, acreditava que duas múmias vinham me visitar todas as noites e ficavam paradas ao lado da minha cama. Se eu olhasse para elas, seria escravizada. Uma das múmias se chamava Cleópatra, a outra não lembro. Dormia sempre olhando para a parede, morria de medo. ©️Ruth Camargo / Facebook
  • Certa noite, minha filha Alice acordou gritando, com olhos esbugalhados, chorando e dizendo: “Eu quero a minha mãe, eu quero a minha mãe!” Eu estava ao lado e ela não me reconhecia. Depois de um tempo, o pai dela conseguiu acalmá-la. Até hoje tenho medo disso e me pergunto que mãe era essa. ©️Rita Antunes / Facebook
  • Quando minha filha brincava com uma amiga imaginária chamada Ritinha. Nós levávamos na brincadeira, colocávamos lugar na mesa, perguntávamos sobre ela. Era super tranquilo. Um dia, fui arrumar a mesa para o jantar e minha filha me disse que não precisava do lugar da Ritinha. Eu, na minha inocência, perguntei o porquê e ela me disse: “Ah, mãe, é que a Ritinha morreu de Tifo e não vem mais”. Tifo, gente. A doença não existe mais. Como uma criança de 3 anos saberia o nome dessa doença? ©️Ana Vitiritti/ Facebook

  • Meu filho tinha uma amiga imaginária, não lembro o nome dela, mas ele fazia tudo com ela. Fomos passar um fim de semana na casa da madrinha dele e na hora de dormir meu pequeno ficou olhando fixamente para porta do quarto. Perguntei o que era e ele disse que a tal amiga estava perguntando se poderia entrar. Então eu disse para ela dormir no sofá no andar de baixo, e meu filho respondeu: “Mas mamãe, ela não dorme”. ©️Thayana Ferreira/ Facebook

Realmente de arrepiar

  • Quando meu filho era bem pequeno, estava brincando sozinho no chão da sala, e eu estava na cozinha e o ouvi conversando com alguém. Achei estranho e fui olhar; fiquei um tempo parada na porta observando enquanto ele conversava e gesticulava. Perguntei: “Está falando sozinho, filho?” Ele respondeu: “Não, estou falando com o menininho!”, “Mas tem um menino aí?”, “Tem. Aqui do meu lado, você não está vendo?” Caramba, fiquei perplexa! ©️Alaide Costa/ Facebook
  • Meu irmão brincava com um amigo imaginário chamado Rafael, mas com o passar do tempo ele acabou se esquecendo. Eu tive minha filha e, quando ela tinha 3 anos, brincava e murmurava baixo como se falasse com alguém. Um dia, eu a deixei no banheiro, fui buscar uma toalha e ela deu um grito. Corri para o cômodo, encontrei-a chorando, e perguntei o que tinha acontecido. Ela respondeu, enquanto passava a mão no braço, que o Rafael a tinha beliscado. Perguntei onde ele estava e ela apontou para o canto do banheiro. Até hoje me questiono se foi só coincidência mesmo. ©️Nayara Pando/ Facebook
  • Eu tinha cerca de 15 anos, estava no quarto deitada pronta para dormir e ouvi a porta abrindo. Achei que fosse meu pai e fingi que estava dormindo. Ouvi um barulho de pé estalando ao andar e depois se sentando na cama ao lado (onde meu irmão ficava durante os fins de semana). Depois de 2 minutos, sentia aquilo me observando e ouvi barulho de respiração. Até que me dei conta de que meu pai não ficaria ali assim. Ele me daria um beijo e voltaria para o quarto dele, ou só abriria a porta para olhar. Levantei-me com os olhos fechados, fui assim até o quarto dele e lá estava ele dormindo. Contei o que havia acontecido, ele foi verificar e não viu ninguém. Nunca esqueço isso e nem da sensação que tive. ©️Priscila Cristina/ Facebook
  • Quando era pequena, dividia uma suíte com o meu irmão. Todas as madrugadas, ouvia claramente um barulho no banheiro, como se alguém estivesse esfregando o dedo num espelho molhado. O pior é que só eu escutava! Quando acordava o meu irmão para ouvir, parava na hora. Às vezes, enquanto eu estava escondida debaixo do cobertor ouvindo o ruído, o meu pai entrava no quarto para ver se estávamos bem, e o barulho também parava imediatamente. Era muito bizarro! ©️Jeanne Wu Queen/ Facebook


PUBLICIDADE

  • Minha filha com 1 ano e meio disse para “dar tchau” para um homem que estava na janela. Detalhe: perguntei quem era e ela disse que era amigo dela. Olhei, mas não havia ninguém, era apenas uma academia desativada há anos. ©️Vilmaria Souza/ Facebook

Eles veem coisas que jamais enxergamos

  • Meu filho estava sentado na frente de casa com o avô dele (meu pai); abri a porta para ver o que meu pequeno estava fazendo. Ele estava sentadinho na cadeira e mostrando alguma coisa para o avô dele. Apontava para onde não tinha nada e dizia: “Olha, vovô, a vovó andando”. Ele repetiu várias vezes, fiquei observando da porta, mas não vi nada. Meu pai nem prestou atenção porque estava mexendo no celular. Minha bisavó faleceu em dezembro. ©️Thati Bueno/ Facebook
  • Quando tinha 6 anos, me mudei de casa, e quando passei a dormir sozinha no quarto, toda noite acordava com uma risada (tipo gargalhada de bruxa). Vinha sempre da sala. Eu me levantava, acendia a luz do quarto e chorava de medo até a risada parar. Quando parava, desligava a luz, deitava-me de novo e voltava a dormir. Nunca chamei meus pais e nem contei para ninguém, até ficar adolescente. Uns meses depois, minha irmã nasceu e nunca mais ouvi a risada. Mesmo sendo tão novinha, lembro de tudo perfeitamente. Tenho medo até hoje sempre que lembro. ©️Tamara Cardoso/ Facebook
  • Estava grávida de 6 meses quando meu marido faleceu. Quando nossa filha tinha uns 2 anos, ela se deitava na cama para dormir comigo e falava: “Vai mais para lá, meu pai quer deitar também”. O dia que mais me impressionou, foi quando minha irmã “perdeu” minha filha no shopping, dia 23/12, estava lotado e horário de saída do cinema. Comunicamos a segurança e as portas foram fechadas. Do nada, 10 minutos depois, minha irmã viu minha filha andando pelo shopping, tranquila, como se estivesse de mãos dadas com alguém. Quando ela viu minha irmã, olhou para “o pai” e falou: “Minha tia me achou, pode ir embora agora e jogou um beijo no ar”. ©️Daniela Flores Ferraz/ Facebook

Os filhos podem nos surpreender a cada relato

  • Quando eu era pequena, tinha um amigo imaginário chamado Fevinho. Conversava com ele o dia todo. Inclusive, brigávamos, principalmente na hora de recolher os brinquedos. Ele ia comigo em todos os lugares e quem me conhecia, já sabia desse meu amigo. Um dia, à noite, brigamos porque Fevinho queria que eu fosse dormir na minha avó e eu não queria. Cheguei na sala de mala pronta e pedindo para os meus pais me levarem para dormir na minha avó. Por conta do horário, eles se recusaram. Ele insistiu comigo e eu com eles até que decidiram me levar. Naquela madrugada, o teto do quarto desabou em cima da minha cama. Se estivesse dormindo lá, teria morrido. A partir daí, começamos a rezar para meu anjo da guarda, que minha família acreditava ser o Fevinho. Fui falando cada vez menos com ele, e dele, até que um dia não falei mais. ©️Talita Viana Reis/ Facebook

  • Quando era criança, nunca tive nenhum desses casos, mas houve uma coisa que me chamou atenção. Eu lembro de uma briga que minhas irmãs tiveram, elas são bem mais velhas do que eu. Sou a caçula, a diferença entre nós é muito grande, inclusive, uma das minhas irmãs já era casada quando nasci. Então, contei para elas que lembrava de uma briga com riqueza de detalhes, até das roupas que usavam no dia. Porém, fiquei muito surpresa quando me contaram que quando isso ocorreu eu ainda não era nascida. Até hoje não entendo como isso aconteceu, lembro de ter assistido tudo calada e só olhando. ©️Joice C. Rocha/ Facebook
  • Eu morava em uma casa com janelas relativamente grandes. Um dia, quando estava passando pelo corredor, olhei em direção à janela do quarto e vi a silhueta de um homem de chapéu. Na hora comecei a gritar: “É o ‘Mé’”. Agora, por que “Mé”? Não sei. ©️Duda Campos/ Facebook

A pureza dos filhos acaba criando sensações diferentes nos pais que escutam estes relatos

  • A casa dos meus pais fica na beira da rua, mas quase ninguém toca a campainha, só grita. Uma vez, estava na cozinha e ouvi alguém me chamando várias vezes, gritei para esperar que já estava indo. Fechei a torneira e fui para o lado de fora. Não havia ninguém. Minha vizinha estava varrendo a calçada, perguntei a ela e me disse que não havia ninguém me chamando. Ela me ouvira gritar que estava indo e não entendeu nada por que não havia ninguém chamando. Eu fiquei super nervosa e não consegui nem voltar para dentro de casa. Fiquei do lado de fora, na varanda, até meus pais voltarem. ©️Gabriela Costa/ Facebook
  • Estava conversando com meu filho sobre aniversários e disse que em setembro não tem aniversário na família. Ele disse que em setembro tem o do vovô. Eu disse que o vovô (meu sogro) faz aniversário em dezembro. Então, ele disse que era “o outro vovô”. Perguntei: “Qual vovô?”, “O vovô Benedito que está no céu”. Meu pai faleceu quando meu filho tinha de 2 para 3 anos. Eu fiquei pasma. Ele ainda emendou dizendo que em outubro era aniversário da vovó Terezinha. Ela era minha mãe que faleceu antes de ele nascer. Eu não lembro de ter falado sobre aniversários dos familiares que morreram. ©️Jaqueline Rosendo/ Facebook
Gostou? Então compartilhe:
Quer receber mais coisas interessantes? Curta nossa página no Facebook:
Deixe seu comentário:
Gadoo - Notícias e Curiosidades
© Todos os direitos reservados | Gadoo